Terapia Marcial · Asa Norte, Brasília

Terapia Marcial: no tatame, autocontrole é prática

Terapia marcial para crianças a partir de 3 anos e adolescentes, em Brasília. O jiu-jítsu a serviço do desenvolvimento emocional, com acompanhamento psicológico.

Espaço Clínico Imaginatório · Asa Norte, Brasília · Conduzida por Guilherme Dornelles, com acompanhamento de Vanessa Ramos Lacombe, CRP 01/9913

Guilherme Dornelles, terapeuta marcial, com a mão no ombro de um menino de quimono no tatame do Espaço Clínico Imaginatório

Para quem é

Para crianças e adolescentes que estão vivendo algo assim

Desiste fácil

Quando algo não dá certo de primeira, larga tudo ou nem tenta.

Age antes de pensar

Empurra, explode, reage no impulso, e depois nem sabe explicar por quê.

Não aceita o não

Regras, limites e espera viram motivo de briga.

Insegurança

Tem medo de errar, de se expor, de mostrar o que sabe.

Força sem direção

Muita energia no corpo e pouca ferramenta para lidar com ela.

O que é

O que é a Terapia Marcial

A Terapia Marcial usa o jiu-jítsu para favorecer o desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes. No tatame, a criança tenta, espera, encontra um limite, erra e tenta de novo. Cada uma dessas situações é conduzida com intenção terapêutica.

A criança não precisa só entender o que é autocontrole ou confiança. Ela precisa sentir isso no corpo, na relação com o outro. É a partir do vivido que ela começa a reconhecer e construir esses recursos.

Não é uma aula de luta

Aula de arte marcial

Foco: técnica, condicionamento, graduação

O erro: algo a corrigir

Quem acompanha: professor

Família: leva e busca

Terapia Marcial

Foco: emoções e relações vividas no tatame

O erro: uma tentativa, parte do aprendizado

Quem acompanha: terapeuta marcial, com acompanhamento psicológico

Família: participa e acompanha as mudanças

Como funciona

Como funciona

1

Conversa inicial

Entendemos o que a família percebe e o que a criança está vivendo. A criança pode fazer uma sessão experimental para conhecer o tatame.

2

Ponto de partida

Os pais preenchem uma avaliação de observação na matrícula, para registrar como a criança está agora.

3

Vivências no tatame

Experiências corporais estruturadas e seguras, no ritmo de cada um. Grupos de no máximo 4 participantes, encontros de 50 minutos, duas vezes por semana.

4

Conversa aos três meses

A avaliação é refeita e conversamos com a família sobre o que mudou dentro e fora do tatame.

No tatame

O que a criança pode experimentar no tatame

Autocontrole

Aprender a regular a força, e não só descarregá-la.

Confiança

Perceber que consegue, a partir de pequenas conquistas.

Tolerância à frustração

Tentar de novo quando a técnica não funciona de primeira.

Respeito aos limites

Os próprios e os do outro.

Persistência

Ficar no desafio um pouco mais.

Segurança para agir

Encarar situações novas com mais coragem.

São objetivos de trabalho. Cada criança tem seu tempo e seu caminho.

Quem conduz

Quem conduz

Guilherme Dornelles, terapeuta marcial e faixa preta de jiu-jítsu, de quimono branco, em retrato

Guilherme Dornelles

Terapeuta marcial e mestre de jiu-jítsu

No jiu-jítsu desde 1988, faixa preta, e ensinando crianças, adolescentes e adultos desde 1994. Campeão mundial master em 2000 e campeão brasileiro master em 2025. Hoje coloca essa experiência a serviço do desenvolvimento emocional, conduzindo as vivências no tatame.

Vanessa Ramos Lacombe, psicóloga e fundadora do Espaço Clínico Imaginatório

Vanessa Ramos Lacombe

Psicóloga · CRP 01/9913

Fundadora do Espaço Clínico Imaginatório, psicóloga desde 2004 e especialista em ludoterapia. Acompanha a proposta junto com o Guilherme.

Dúvidas

Dúvidas sobre a Terapia Marcial

A partir de 3 anos, para crianças e adolescentes. A indicação considera as necessidades de cada um.

Essa é uma dúvida comum. Na Terapia Marcial, a criança aprende a diferença entre descarregar força e regulá-la, com regras, limites e respeito ao outro. A experiência é conduzida com segurança e intenção.

Não. Pode acontecer sozinha ou junto com a psicoterapia, incluindo a ludoterapia, conforme a necessidade. Quando a psicoterapia é indicada, a Terapia Marcial não a substitui.

Sim. Não é preciso experiência. O foco não é a técnica, é o que a criança vive no tatame.

Os pais preenchem uma avaliação de observação na matrícula e de novo após três meses. Com ela, conversamos sobre as mudanças percebidas.

Em grupos reduzidos, de no máximo 4 crianças ou adolescentes, para que cada um seja visto de perto. Os encontros duram 50 minutos e acontecem duas vezes por semana.

Sim. A Terapia Marcial também está disponível em inglês e espanhol.

Confiança não é discurso. É experiência.

Agende uma sessão experimental e venha conhecer a Terapia Marcial com o seu filho.